O acesso à água potável tem melhorado continuamente e substancialmente nas últimas décadas em quase toda parte do mundo. Existe uma correlação clara entre o acesso à água potável e o PIB per capita de uma região. No entanto, alguns pesquisadores estimaram que em 2025 mais de metade da população mundial sofrerá com a falta de água potável.
A água desempenha um papel importante na economia mundial, ja que ela funciona como um solvente para uma grande variedade de substâncias químicas, além de facilitar a refrigeração industrial e o transporte. Cerca de 70% da água doce do mundo é consumida pela agricultura.
Redução da corrosividade, dureza, ferro etc.
O aspecto econômico proporciona: aumento de vida média da população; diminuição da mortalidade em geral e, em particular, da infantil; redução de horas de trabalho perdidas com diversas doenças e desenvolvimento industrial, conduzindo, pelo progresso material, a elevação do padrão de vida da comunidade.
Se, antigamente, a água não era computada como insumo ou fator de produção, hoje, encaminha-se para uma visão mais mercadológica, que vê a água como um produto, a ser comprado e vendido que é cobrado, tal proposta deve ressalvar os direitos dos mais pobres ao acesso à água. Uma gestão satisfatória cobra mais das indústrias e de quem usa a água como parte do seu ciclo econômico, do que daqueles que a usam para o consumo humano. A Lei 9433, dos Recursos Hídricos, já contempla esta proposição, bem como a política tarifária da Sabesp.
Quando se economiza água a economia é maior
Os meses de seca que freqüentemente assolam várias regiões do Estado de São Paulo e a degradação da água por rejeitos demonstram os limites dos recursos hídricos. É indispensável economizar.Na indústria é possível economizar despesas com energia, gastos com matérias-primas, e combater a poluição, sem prejudicar a produção.
A água não deve ser considerada um produto gratuito, com disponibilidade ilimitada. Nos setores onde é escassa, a partilha da água ou a fixação dos volumes destinados à irrigação constitui garantia para a conservação dos recursos hídricos, e incentivo à economia.
Estudos da Organização das Nações Unidas (ONU) apontam que até o ano 2025, pelo menos 55 países poderão sofrer sérios problemas de abastecimento ou até mesmo escassez total de água para consumo humano.
Maria Cecilia - 31

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